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By: Francisco Lameirao

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Friday, 19-Jan-2007 12:24 Email | Share | | Bookmark
Super Homem Vai Ao Supermercado

 
suas intenções’ão marcadas pelo HOMEMDEAÇO
“los votantes son esclavos de los votos”
Gambella não era’li
estava’ milhas dos alimentos &amp; consumistas
a fome imperava naquele IMPÉRIO DOS’ENTIDOS

nIetzche morrer’ assassinado a CRISTO
mundo ocidental socorria suas &amp; seus capitais
o narrador continuava perplexo
de pé na fila esperava esperaria
contava em se’us dedos as 110 maneiras

as 30467 barreiras
aqueles 789263 manuscritos
todos’dilemas da VIDA
o escritor esquartejava os candidatos
cadáveres de se’us partidos’

uas ideologias’mais exóticas’
maiores minorais &amp; menores maiorias
que d’encontro com imagens &amp; letras
na cabine telefônica entre olhares mudos
não deixa de expor suas simpatias

“los votantes son esclavos de los votos”
aversões pessoais sem disfarce
uma prosa sinuosa y densa
na porta do estabelecimento’
SUPERHOMEM voava


Saturday, 2-Dec-2006 02:39 Email | Share | | Bookmark

 
the trolley and the rails
the rails and the trolley
they slip
they slip
they slip
in front of my eyes
the trolley and the rails
night & day
day & night
they slip
the trolley and the rails
urban




“AZURRACHA”





Aperto os olhos
ardidos
Confusas ilusões de ótica
perturbam meu sono
que se‘ntorna pela madrugada insone
Semitonada pelo
Choro do menininho neurótico
carregado de leite pelas tetas maternas
em seus beiços
qu’ejaculam uma linguagem tonal
do inferno
sem a presença diabólica
Tampouco concentrada pelas forças caóticas do divino
de férias no Iraque
ou
talvez nas masmorras de Guantanamo
Maltratado pelos gritos & suspiros
Anteriores ao último silêncio
Posteriores a fé y o desespero
que maltratam os pés descalços
dos anjos mijados & anônimos
no canto encantado da esquina
qu’explodem de vermelho
ao lado da bruxa de março
Um ponto a mais no calendário
Imaginário do tempo
&
da ficção literária
entre o frio verão
&
o tórrido inverno
Finalmente durmo
sobre o travesseiro amarelo
com a cara mais deslavada
pela ironia dos m-eus’onhos eróticos
Amargo
Desejos maltratados
na doçura’lheia
que
Salgo
&
Tempero
o destino incerto
Certo
Parto
quando movo a espadela
y
a barca navega pela correnteza
na surpresa diária
dos ventos vis
no RIO DOURO
desTa PORTUGÁLIA
do m-eu texto
CÍNICO


Wednesday, 8-Nov-2006 02:19 Email | Share | | Bookmark

 
secretos anéis


(i)
Eram 21 andares, vistos por 2 olhos verdes & brilhantes.



Quem poderia supor que saíssem dos míopes olhos meus
1 olhar vertical?
A vertigem ‘inha companheira de infância impedia,
Enganava-me a ótica, talvez fosse algo de 1 Babel experimentalista,
Ou até 1 personagem fugidio de seus contos de Odessa.
Alguém acenava de uma das janelas com a luz de 1 espelho –
Quem seria?
Quem poderia querer identificar-se daquela maneira?
Poderia ser 1’a criança identificada à’quela imagem espelhada em sua imaginária mente,
A memória recorria novamente ao’nírico, o sonho continuara.


mesmo comigo caído da cama.

(ii)
a mulher de minalma,



Arrastei-a pelos meus desejos de fome y de sexo - Beijei-a no pescoço, a carótida.
Despi minha moral minha ética - Estilhaçava-me as diferenças.
Aqui y agora era Regina, 1’a rainha, em cuja ‘vagina vermelha moraria
A partir de’ntão - Nunca,
Não sou o tratante vampiro das almas,
Apenas com fome eu não foderia - estava fudido,
Mortalmente, a fantasia’cabara,
Era dia.



“Sus Ojos son otros Ellos son no mine sus Ojos,
Los Ojos Crueles,
Otras Ópticas Otras Vidas
... La colina del adiós
El amor del amor”.

(iii)
'Dangerous beauty'
Infamy




Haveria’lgo de grave‘minha voz
1 pré-sentimento de medo,
Isto me dava coragem de gritar,
Mas não gritava – gania’nimalescamente
... Ia perder os’entidos y a compostura,
Tudo por causa da farsa dos diamantes eternos.

(iv)
AFLORR...


"... la luz del sol atrae el cielo un objeto ningún identificó
dos corazones apasionados...
o distanció
me gusta usted así...
libre / la luz... suelta...
absoluto / totalmente para ser
¿bien él me quiere mal él me quiere...
mal él me quiere...
FLORBELA ESPANCA"

(v)
“en el susto suave del idioma al tejado de la boca”



primeira’sensações de amor
amora branca
amora-brava
amora-da-mata
amoralidade'
amor-agarradinho
hamor
segundas
intenções
beijocar
beijão-cru
beijo-de-sinhá
beijo-de-rainha
beijo-do-mato
beyjo

.....
.....
.....
.....
.....

os finalmentes

(vi)
“P R A Z E R E S”





fixados à Paisagem Física
- Florestas Montanhas ao lado de khristós
próximos às Trincheiras do Perigo
crianças Brincam no Rio de Santa Teresa

(vii)
Secrets secrets



há que servir nossos corpos
em cópulas orgias
baixarias em noites
de baixelas em prata
Minerais de cristaleiras
Segredos secretos
de cama y mesa
insensatez dos insensatos
amantes cabeleiras
dantes
destas & outras
maneiras
sem paúra
com batuques
truques
de meia tigela
aparvado
aspacaçado
no osso da alma
a capa da caveira

(viii)
(memories of an overdose, of the English patient).




ar
mais oxigênio
y vida
para
que
se viva
o resto tudo
é az’ar(transparece)



the injustice
is better

(x)
Isso basta pra’mim.



Sólido solitário do solvente habitante de uma quitinete, na Barata Ribeiro.
Que deita com travesseiros entre as coxas, no velho sumiê estampado da sala.
O cigarro (poderia ser qualquer tipo de fumo) aceso a queimar meus dedos,
Já não fumo, nem bebo do copo de rum abandonado no chão.
O livro fechado se isola num canto com seus personagens dopados.
Servente aos magos urbanos,
apenas ali,
e-u & João
que canta pra mim
Insensatez.
Na selva de nãos néons y freadas.
Tiros?
Nem durmo,
surdo que fico com loucasirenes,
Sonho acordado a lh’esperar aqui no 27 º andar.
Você voa,


Isso basta pra’mim.

===================





(das trevas

O CHARME
De Piauí & suas 4 vogais TROPICAOS
Entre as páginas do livro de OURO
Da festa de aniVERSÁRIO)


Sunday, 1-Oct-2006 18:36 Email | Share | | Bookmark

 
Burlário de nós. AR’AREFEITO’

Falar
Falaraz
Falario
Falastrão
Falatório
Falaz
Falante

galante perante à galega
Não nega o prato feito sobre a cama
deixa toda virgem impura
batizada feita cachaça barata
sem essa’ranha
nem tanto nem tampouco
minha RAINHA
me-u mel se-u vinho tinto
macula à parede
o quadro do Rei
Roberto que quando canta
me-u pau levanta & chora’
saudades nossas
nesses tempos de trampos
nós vagueamos aos beijos
com as portas abertas
ao escancaro
encaramos
o vento &
a polícia
antes que o dia acabe em PIZZA.

( o demônio, PIERROT das 11 horas,
veste preto & morde as carótidas solitárias.
de quando em vez, escatológico,
margeia & esperneia nas coxas’eu esperma:
-“Pra que deus garanta o pecado,
que se origina na desordem,
& pronto, o farto amor se inicia”.)


Wednesday, 6-Sep-2006 02:48 Email | Share | | Bookmark
## APARTAÇÃO - A visibilidade branca & racista ##

 

RIO DE JANEIRO-SÉCULO 21


“... dentre as lamúrias alvos parias RIOS DE SANGUE (RIAM) rias se a dor for fria & calculista
listadas & postadas dadas aos semeadores da dor na COR HUMANA
fascinação do som da arte
COMBATENTE morto~CAMBALEANTE vivo...”

Quê seria o fantástico na literatura?
Situações de ambigüidade nos deixam perguntas:
“Realidade ou Sonho? Verdade ou ilusão?”
Qualquer acontecimento que fuja às leis desse mundo?
O fantástico ocorrerá nesta incerteza - A hesitação às leis naturais.

“... Nós o matamos -- vocês e eu. Todos somos assassinos... Deus está morto. Deus continua morto. E nós o matamos..."
(Friedrich Nietzche, Gaia Ciência (1882) ).


y

A rosa roxa sobe ente o cume do ventre frenético,
A pedir que a beije”.






(...)

$$$$$$Wrapped in the sativa#####


investigai nesse se-u grito:
- “ai”
(da dor, o aban-dono?)
o desafogo que arde’m chamas
neste cômodo desfigurado
aos olhos do rosto oculto do filósofo
que por entre dúvidas
supunha que o cadáver fedia a gente
morta.(ontem)
porém
o poeta mentia
por condolências que deveras sentia
ao vivo amor pela fantasia.(agonia)

(...)

ROSTOS DE VIDRO
“pinups & pickups”




”Salgada rainha atributo do rei,
O dote, decote da corte.
A vinha papal – Ana Bolena.
Barcelona - Louça chinesa.
Louca princesa & o plebe-u doidivanas,
Rumo às Américas”.

(...)

I don’t think about art when i’m working.
I try to think about life.
(Jean-Michel Basquiat)

27 anos pela eternidade
(Brooklyn Beats)

*PORTO RICO*

“... descalço
os calços da cultura oficial
caminho nas calçadas
descalço
nesse cansaço do pudor de vitrines
y riquezas fúteis (inúteis paisagens)
quico & rabisco SAMO
dentro do Brooklyn
novaiorquino...”


Haiti Haiti Haiti
Príncipe no porto
Revolto
Por anjos negros
Heróicos
Y mortos
Nesta heroínica over
Dose dos loucos fantásticos


(...)

»»»»»»»»»»»“Eleanor Rugby”«««««««««««


os indivíduos & se-us
p-
e-
d-
a-
cinhos
em
p-
e-
d-
aços de gente
deformadas pelo pertinente simulacro
fracasso das alegorias descontentes
o chor’o
ritual
riso do coro dos contentes

(...)

"in my fingers...”

Pendulava
A oscilar permanente por toda a eternidade
Em simetria aos’eus beijos doidivanas & sublunares
Sitiado sobre o corpo nu
D’uma celeste olímpica
Em pleno CENTENÁRIO
De Obdúlio
Jamais’eria Cisplatina
A paixão louca por ti ARGENTINA
Profundamente secreta, misteriosa & enigmática
BRASILHA
Em seu eixo monumental - o fantástico rabisco
Da NAVELOCA
Com cara transfigurada de ANJO

(...)

(por onde andaria su’alma gêmea?)


Saber que naquele círculo fantástico
O PICADEIRO
Entre o menino & a TIGRESA
o garoto pensava com se-us botões
sobre a dor de ser tão só
em tod’as caras de tod’os tipos
Naquele espaço cênico conviviam as magias do espetáculo
a ‘legria da platéia & a pálida fantasia do’se-us artistas


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