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By: Francisco Lameirao

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Sunday, 25-Jul-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Destino Ignorado de mais um Brasileiro

 
Ali chegara sem saber ao menos onde estaria,
Dormira,
O Cansaço dominar’aquele - Corpo Menino.
As Ruas Estranhas, os Ônibus Velozes, Grandes,
Não era como o que conhecia.

Seri’ali que ficaria?
O Sonho,
O Pesadelo,
Agora o Desejo Latente respondia no Inconsciente,
Sobre sua Cama de Entulhos y Bagagens,

O Fotógrafo Fotografaria,
Aquela Cena Insólita,
Uma Síntese da Sociedade Globalizada,
Notícias,
Não só - Os Pretos y Pobres,

Aqui assim Viviam, Viviam?
Louros também Sofriam...
Só, aquela Criança Acordaria y Perguntaria,
Onde estaria sua família?
Não respondiam...

A Mãe ou o Pai, Irmãos,
Tios, Tias,
Avós? A Prole Sumira.
Logo, logo a Metrópole - Um Monstro Novo,
O Adotaria y o Acolheria daquele jeito, Abandonado...


“Las banderas de los niños,

Brasileño...
Pobre / negro / blanco / los indios /
Malamente educado / triste / podrido / nacido muerto / hambreando /
Comido eso no coma,
Ellos desaparecen en las hambres,
Ellos dividen sus platos con los ratones, sus baratos con las cucarachas.
Ningún más largo usted es más, usted es como en las películas,
Por consiguiente después del beso,
El pistolero de muerte
Y el cráneo en el cementerio de los inocentes.”

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Monday, 19-Jul-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Férias

 
“Recado”

Somos Amantes Anuais ou por Semestres.
Flagrantes Sinceros Amores ligeiros Eternos,
Sonhos Desejos.

Bebe-se da sua Sedução
com - A Boca nos Bicos das Fontes do Prazer de seu’Seios.
Magnífica,

Minha Noite Meu Dia.
Dourada,
Pelo Sol de nossas Praias.

E’meu Coração - Musa minha Música ´Poesia Fantástica.
Samba Carnaval Rock and Roll,
Hip – Hope.

Dona de minha Vida,
Senhora dos meus Poderes.
Nunc’a esqueço.

Sempr’estou a esperar,
Brasileiro
Deste imenso Brasil, Vivo

Universal y Libertário...

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Sunday, 11-Jul-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
NO DRUGS, NO

 
Ess’Alma “Cheira Talco”,
Não há Palco,
Algo Existe de Tétrico,
Trágico Dramático Ruim.
As Armas dos - Barões Matavam -
Os “Comandos Assassinavam” _Nos corredores das Favelas_

Corpos y Copos Quebrados Destruídos Traçados Pela Morte,
Que Acenava Perdidas Balas de Metralhas y Fuzis.
Guris ainda que Guris Guerreavam,
Já Armados Mal Amados Assassinados,
Nas Heréticas Noite’Sem fim - Tiro’Suspiros Arrepio’Sangue.
Pântanos onde “sapos coaxam” - Pombais Humanos,

Arrulhados por Pombos Correios, Crocodilos Noturnos Olhos do Brilho,
Por entre a “escuridão dos subúrbios” - Metrópole -
Entulhos de Lixos Urbanos, Pó da Cidade,
Ciganos das Madrugadas Policiais Bandidos & Bandidos Fardados.
Sacrilégio’Sodomia’Selvagens das Motocicletas Bondes Camburões.
Mocinhas Nuas em seus “modestos quartinhos”,

Despidas das fadigas diárias - Obscenas y Travessas,
Avistam das pequenas janelas,
Homens a urinar na’Sarjetas,
Nas mesas dos bares se recolhem - Gorjetas – Propinas -
Línguas Paus Vaginas.
Com’o as Velhas Polacas y Travestis das horas incertas,

Comércio Postado nas antigas ladeiras,
Nos Hojes Amanhãs Outros Dias.
Preto Branco Azul,
Manjares Líquidos Alcalóides,
"Ziriguidum Balacubaco Terecoteco"
Fim de Papo - Carnificina.

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Sunday, 4-Jul-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
un sueño...

 
un sueño...

Hágame el que mis ojos ven para tener la fe.
Debilita mi cuerpo, humedecido en las lágrimas.
Yo sufro el dolor de un solo corazón,
De aquéllos que los ojos ven, para entre un solario,
Pero la vida y el amor renuncian.
Mi señor, el Dios de los humanos,
Haga que mis baladas Provenzales y rimas,
Ellos tragan a la Señora bonita y encantadora,
De mis miradas y usted canta...
En un sueño suave, un sueño bonito entró,
Los dos de nosotros juntos, para los momentos despiertos... enamorado.
Aun cuando por la suerte mala, amar fueron, para soñar súbito y pasajero...


la fascinación...


¿para esperar horas y horas... el frío ácido en la espina / yo esperaré... quién ella sabe que y vendrá me dirá amor de la mañana bueno... la mañana buena / los templos y las tormentas me rebajaron / mojado continuó al confíe la mitad... ella vendría... vendría / quizá de manos dé sudado nosotros caminaríamos... dónde nosotros entraríamos nuestro destino? ¿para las calles desnudas mojadas o ya naciendo del día / habría el brillo del sol seqúenos y húmedo mi boca la besaría... el amor / diría el amor de la mañana bueno... la mañana buena / el dolor lumbar persistiría... mi cara sonrió o lloraría / cierre con llave por sus hábitos / sepa yo supe... lo que no había tenido una mañana buena / a pesar del peso de los retrasos / yo soy yo o usted eso adoraría un amor de la mañana bueno... soñaría... ese día para llegar / el amor de la mañana bueno de mi vida... usted
la libertad.

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Saturday, 26-Jun-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
MACUNAÍMA

 
_ MACUNAÍMA (O Herói sem nenhum caráter.) Mário de Andrade _

“...Tudo ele contou pro homem e depois abriu asa rumo de Lisboa. E o homem sou eu, minha gente, e eu fiquei pra vos contar a história. Por isso que vim aqui. Me acocorei em riba destas folhas, catei meus carrapatos, ponteei na violinha e em toque rasgado botei a boca no mundo cantando na fala impura as frases e os casos de Macunaíma, herói de nossa gente.
Tem mais não.”

MANUEL BANDEIRA,
A FOME CAMINHA AOS GRUPOS,
NAS CARROÇAS
SOLITÁRIAS/
SORRIAS Y NÃO CHORES
IMPLORES, MAS NÃO ROUBES...
MORRERÁS SE O FIZERES.
Pelas trilhas da miséria, doenças y falta de comida, só há 1 caminho,
1 triste destino.
Trens, caminhões, carrinhos, aviões?
Só existe o urubu, pássaro dos infernos y das falsas florestas de verdes eucaliptos.
Velho sorrateiro, os pássar’os acompanham o dia inteiro...
Sobrevoam o empoeirado roçado seco/
Sobrevoam, os “sítios y favelas”.
Procuram o que restou do sacrifício. Inteiro por interior, litoral... Ao sobrevoarem o Jequitinhonha, ou a vergonha desse mundo inteiro de excluídos, famintos, miseráveis, mal nutridos.
Vítimas d’anorexia social, sem nada no fogo. Panela vazia. Tristes companhias de ratos y bichos peçonhentos, igualmente esfomeados, raivosos. Mortos...
Os filhos y filhas esperam pela vida, que a vida, deles ainda não desistiu. Mais já desistirá... Pais escravos dos trabalhos clandestinos. Quando trabalham, só conseguem além do cansaço/ inchaço, dor y sofreguidão... Algo mais que sofrimento. O fogão sujo por um borralho de cinzas... No bolso? Os ossos das mãos em calos do ofício... Feridas abertas, América Latina... Brasil fome zero...O gasto só para o sal. O sol/ a seca na retina. Cegueiras breves, repentinas... Distante nada, estão é aqui y aqui mesmo, nas grotas das Minas Gerais ou nas grandes capitais...
Capitais ignorados.
Três anjinho’sobem aos céus dos infernos...
A mãe garante que os dela, a Deus pertence. Lá se vã’os três anjinhos...
Comida? Nada no fogo. Panela vazia, cruel companhia de ratos y bichos peçonhentos, mortos... Nada mais ali se consegue. Segue a cena redundante, os pássaros famintos sobrevoam em cima, sem nada embaixo... A não ser o mesmo crime, a morte prematura. Nenhuma solução se apresenta... Providências? Nos céus estão chegand’os anjinhos...
Já que comer não se consegue, se bebe, pois só se acha cachaça. Beba, pois beber se pode y consegu’esquece...
O que falta, sobra... Será?

“... O novato chega ao estabelecimento com uma concepção de si mesmo que se tornou possível por algumas disposições sociais estáveis no seu mundo doméstico. Ao entrar, é imediatamente despido do apoio dado por tais disposições. Na linguagem exata de algumas de nossas mais antigas instituições totais, começa uma série de rebaixamentos, degradações, humilhações e profanações do eu. O seu eu é sistematicamente mortificado...”.
(GOFFMAN, ERVING – MANICÔMIOS, PRISÕES E CONVENTOS).

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Saturday, 12-Jun-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Amores são doces licorosos...

 
Amores são doces licorosos...
Saboreá-los será divino e requintado…
Algumas vezes rapidinho... Outras y várias outras... Eternos... Ternos.
Muitas ternuras / Agora... Horas quentes ardentes...
Só esfriam na boca.Embebidas em salivas úmidas lubrificantes.
Amantes por telefone...
flagrantes sinceros/ Amores ligeiros...
eternos...

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Saturday, 5-Jun-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
DESMASCARAR

 
”impossível
está
para
acontecer”

“presente
é
o
que
existe”

”verbo
não
será
cronologia”

”igual
também
não
será
ANALOGIA “

“bandeira
torta
rasgada
estupro
nacional
da
miserabilidade “

“incêndio nas mata’selvagens
engÂNUS...”

Oi, muito legal sua fotopage espero vir aqui amis vezes pra conferir as novidades,
espero sua visita na minha fotopage. Sou brasileiro mas vivo em cadiz sul da Espanha.

Ate mais!
Sat 12-Jun-2004 01:52
Posted by:Lucas CSN  - [Link]
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Sunday, 30-May-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Gama Filho na luta pela Paz

 
Gama Filho na luta pela Paz
Universitários brilham em concurso organizado pela Unesco

Giovani Corrêa

O concurso de redação “Escrevendo a Paz”, organizado pela Unesco em parceria com o Folha Dirigida, mobilizou 12.871 concorrentes das mais diversas universidades do Estado do Rio de Janeiro. Os 100 melhores textos, selecionados pela Fundação Getúlio Vargas, foram compilados em um livro, publicado em três idiomas (Português, Francês e Inglês), que será entregue à Direção Geral da UNESCO, em Paris, por uma comitiva da qual participarão os 10 primeiros colocados.
A cerimônia de entrega dos prêmios aconteceu na Academia Brasileira de Letras, no dia 20 de abril, e para orgulho de toda a Universidade, 04 alunos se classificaram entre os 100 melhores escritores e brilharam naquela noite de festa: David Balarini Perovano, do Curso de Comunicação Social; Francisco Chaves Lameirão Júnior, do Curso de Letras; Rozilda Batista Neri, do Curso de Enfermagem e Obstetrícia e Viviane Braga de Oliveira, do Curso de Direito, todos do Campus Piedade, representaram muito bem a nossa Instituição no concurso e estão de parabéns!
O Prof. Dr. Nelson Rodrigues Filho, Diretor do Curso de Letras, também compareceu ao evento e recebeu uma placa em nome da Universidade Gama Filho, das mãos de Pedro Lessa, que é o Coordenador do escritório da Unesco no Rio de Janeiro. “O destaque de nossos alunos nesse concurso é importante não apenas para o marketing da Universidade, mas é, sobretudo, a expressão de todo um trabalho interno e a confirmação de que a UGF não tem tradição por acaso”, afirmou o professor Nelson.
Quem quiser ter acesso ao livro “Escrevendo a Paz” poderá encontrá-lo na biblioteca da Universidade, prédio AG, 8º andar – Departamento de Letras

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Saturday, 22-May-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
POR OND’E AND’A POLI’CARPO?_

 
 
05/07/04

_POR OND’E AND’A POLI’CARPO?_
“QUARESMAS”

Então?!

Santos Todos! Demônios...
Num Cômodo Escur’ofício,
talvez houvesse um quadro, uma pintura,
onde haveria um bibelô,

dele saltaria o sapo, -Um Príncipe Roto-
daquele Pantanoso _Império_
do’Sentidos, dos Medos...
do’Sãos, dos Doutos...

Ameaçado y perseguido pelas Línguas, Leis y Regras,
Olhos Loucos arregalados
a viajar pelo desconhecido...

Dominado pela Loucura Dilacerada,
Sentenciado pelos Comandos Paragramaticais
do “Discurso Competente” _Morreria no Hospício ou no Presídio_

de preconceito...

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Saturday, 8-May-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
_GENOCÍDIOS_

 
_GENOCÍDIOS_
“O AVESSO EM 3 X 4”

Prisioneiros de Guerra...
Sem Rosto,
Sem Gosto,
Tosco,
Ingrato,
Braços Pesado’Sofridos Prisioneiros.
Ruidosos _Gritos & Gemidos_

Cordas,
Algemas, Prisões - Sessões de Torturas -

Um Homem, outro Homem, mais outras mulheres...
Quantos? Quantas?
Celas/ grades...

Presídios Clandestinos,
_Casa do Desterro_
_Salas do Medo_
No corredor caído mort’o Refém Estuprado.
Morreu enforcado?
Desconhecido, Desconhecida...
Desmoralizados por seus algozes,
Covardes inimigos,
- Soldados do Futuro –
Presente obscuro,

Nunca conheceram o Prazer de “Uma Vida...”

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