Want your
own Fotopage?






 
Francisco's FotoPage

By: Francisco Lameirao

[Recommend this Fotopage] | [Share this Fotopage] | [Track this Fotopage]
[<<  <  1  2  3  4  5  [6]  7  8  9  10  11  12  13  14  15  >  >>]    [Archive]
Saturday, 1-May-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
O menino da foto chama-se João, era analfabeto,

 
“Foto feita em um garimpo de diamantes na localidade de Apiacás, Mato Grosso, Brasil, onde trabalhadores alcunhados de “formigas” trabalham para os empresários dos garimpos, em troca de uma diária mínima.
Esse tipo de “trabalho” é feito em condições precárias, por homens, mulheres, crianças, idosos, etc...
Uma jornada sem descanso, higiene, alimentação insuficiente e sob constante violência entre os que ali tentam sobreviver. Sonham e acordam mortos pelo pesadelo da busca ao tesouro, que nem deles será.
O menino da foto chama-se João, era analfabeto, órfão e sonhava um dia ser dono de seu próprio “pedaço”, para ter outros “formigas”, que trabalhassem para ele.
Será que conseguiu?”
(Chiquito Chaves, autor da foto)


_ NEM TUDO QUE RELUZ É OURO _
“COURO DE PICA”
Tampouco, nem tod’ouro seja de tolo,
nem turmalina’são diamantes...


Se nos Corações palpitassem Horas,
Demoradas Lembranças,
Tristes memórias de Rostos Esgotados,
Só Sorriem Impropriedades da
- Amarga Vida -

“Un día a día

En cualquier momento
En la consecuencia
_ UN Hecho _
Un Cuadro Triste...”

Em tão pouco TEMPO.
- Mãos Infantis - Que não Escrevem,
Desmancham, Envelhecem -Morrem-
Sempre a cavar o solo em busca do Precioso...
Misterioso Dolo, “O Sofrimento”.

“_ KILLED _ que obligan a refugiarse en un árbol,
Sonría los hombres felices...
_ la lágrima de savia _
El Último suspiro, la tristeza...”

Aqui, não rimam preciosos vocábulos,
Como órfão’só os acompanham:
_ O Abandono _
&
_ Rimas Órfãs _
Ond’estarão as Raras? As Preciosas?

“El frío rubio,
De la cerveza redonda,
Vea como él merece la pena
_ UNA VIDA _”

Tristes Olhos. Trabalho - Trabalho - Cansaço -
Nunca responderam o por quê desse
- Relógio Falsário - Determinante dessa história,
Que sempre faz surgir “Mais um Formiga”,
nos Garimpos da Linguagem.

“Que que cuando Vivió,
Floreció,
Obscureció,
Dio la bienvenida los secretos de los amantes...”

_ Analfabetos da Língua _
Escravos da Terra tão Rica,
Só descobrem -A Pobreza-
Escondem dele’suas riquezas,
Sem qu’encontrem seus Tesouros,

“No había fúnebre
Sólo sentía el olor.
El humo,
La hoguera,
Allí, ahora sólo automóviles...
Ni había peatones,
El hormigón no existió: "ni el poema, ni la poesía"
O _ El Árbol de La Almendra _ ahora la memoria de paso...”

A Educação.
Materna Morada.
_ Crianças Brasileiras _
Afastadas, Rejeitadas, Maltratadas y Transformadas,
em Ectoplasma’Sociais...

Care to comment?


Saturday, 24-Apr-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Homenagem a Chiquito Chaves, pelo prêmio da UNESCO, “Escrevendo

 
Granadas Guernica


Estupradas, defloradas, madrugada adentro
Depois de serem totalmente bombardeados
Por soldados armados
Homens e seus filhos choram, já não lutam
Ou imploram, morrem nas trilhas minadas
Suas filhas, mães, esposas, irmãs
Ou quaisquer mulheres
Humilhadas, no meio
Com uma boca estranha, em seu seio
Na cara e na cama da guerra
Nos ferros, dos infernos
Futuros filhos bastardos, de suas terras
Quadro macabro, apocalíptico, efusivo y político
Um painel cibernético
Gravuras de velhas tristezas não são belas
Patética futura explosão, nas estrelas
Essa ética, nunca será romântica
Hermenêutica
Transformada em santa inquisição
Povos não chorem mais
Mesmo que eles prometam
Os matem, ou ameacem
“nom passarás”
nobre nunca foi herói
como se as condições de “heróis”
os tornassem livres, dos arbítrios
frios y fascistas
lembrarás agora , as borras das botas
na lama, das fomes
insistas para impedires de ressurgir
na forma de uma Ofélia, ou Amélia
nossa fossa, aos que a habitaram e
sucumbiram
em nosso solo executados
pelos seres fardados, que lá
invadiram
não haverá perdão, ou cura
curra
nenhum coração atura
essa miséria infinita
pilhéria será viver ali
após aquela destruição maldita
(quadro de Picasso)

Care to comment?


Sunday, 18-Apr-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
ANTONIO GRAMSCI

 
ANTONIO GRAMSCI smiled at ANTONIO GRAMSCI:
Monologues of a same name...
Saint birds Siamese, such a table of three legs or a notebook without leaves,
but does it continue speaks of you for me...
Who knows if it won`t identify? Maybe...
I will Try...
Once again will die in the same coffin, with the same tombstone,
in the same hour, day and age...
Consequences...
Simple spells and privileges of a same name and last name...
Good night Antonio...
Good night Gramsci...


Care to comment?


Wednesday, 14-Apr-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
_38/ É QUE’MATA_

 
_38/ É QUE’MATA_
Superávit armamentista.
“QUEREM ACABAR CONTIGO, MAS CONTIGO NINGUÉM ACABA”

Não se sabe quem canta,
de quem é...
_Não se sabe_
Se ach’aqui um pouquinho do aconchego _MISTÉ’RIO_

Cidadela bela, encantada.
Tem pão, açúcar... Te’medo.
_Coragem_ o seu segredo...
Chorei nos braços de minha mãe natureza,
cheguei pelas mãos de meu pai _MISTÉ’RIO_

Olhei, vi o beija-flor nascer,
vi outro morrer com um tiro fatal,
outros nasceram...
Vivo com coração na mão,
sem 1 tostão no bolso _MISTÉ’RIO_

Acordo y durmo a ouvir seu som selvagem,
gostaria de saudar você, meu desejo.
Passear pelo perigo urbano de suas calçadas,
sentir o frio na espinha, beijar, beijar...
Amar você toda dourada,
molhada pela’suas água’salgadas,
sombreada por sua mata atlântica,
su’alma romântica _ MISTÉ’RIO_

Quantos aqui chegam y partem... Ficam.
“Braços abertos, sobre a Guanabara”
Guanavala...
Guanabala...
“Rio que mora no mar”
Rio que morre no mar...
Esse mar de amor _MISTÉ’RIO_

“Isso aqui tá muito bom...
Isso aqui tá bom demais”
Há quem não goste...
_MISTÉ’RIO CA“RIO”CA_

Care to comment?


Thursday, 8-Apr-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
LEVANTAMENTO ETIMOLÓGICO-

 
04/05/04

-LEVANTAMENTO ETIMOLÓGICO-
“ÍNTIMAS PALAVRAS... 1979”
“O beijo, amigo, é a véspera do escarro”(Augusto dos Anjos)

“_ NEVER MÁS _
Los preludios
sin la dirección...
Yo prefiero huir,
para falsificar para morder mi boca seca,
para beber el resto de la saliva...”


Há de se ver o abstrato como inscrições no concreto.

A mais antiga verdade da vida... O exagero do desejo.

Ne’mesmo a ingratidão – esta exegese da paixão –

Impedirá da expressão extravasar o silêncio.


“La resaca
de la pesadilla del inexistente,
nosotros soñamos uno por lo menos
Yo juego completamente,
en esa procesión,
cerca de una estela.
Inerte...”


Até sobrepor a’sirenes, os gritos, os tiros... O medo.

Human’ou desumano, um dia adotará a coragem.

Habitante da selva urbana, fera da grande cidade...

Y aind’assim declarar seu amor, seu segredo...


“El solo ataúd,
se muerto la pasión...”


Aces’o baseado, entre colas de sapateiro, o refinado amor de menino,

Iludid’ou não, perdido, vivo sobr’essa terra.

Incendeia o coração apaixonado pela vida.


“Yo canto inmóvil,
sin lamento ni perdón.
Se volvió nuestro mundo
el extranjero..”.


Durante o ósculo, 1 beijo molhado no espelho, balbucia:- “eu te amo, eu te amo...”

Na própria face clonada, cópia das infelizes, solitário’serão seus dias d’excluído.

A lembrar apenas que os que seus olhos vêem, os corações alheios não sentem...


Care to comment?


Saturday, 3-Apr-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
MINHA MÃE, MEU PAI BRASIL, MEU LAR?

“Essa fotografia é o registro de um dos maiores, senã’ o maior dano da sociedade brasileira, a crianç’abandonada. Neste local viviam filhos y filhas de prostitutas do baixo meretrício da cidade do Rio de Janeiro, ainda vivem???
São as chamadas creches clandestinas, locais miseráveis onde habitam crianças de várias faixas etárias, sem amor y proteção do “PAI BRASIL”.
Na linguagem popular chamam-se as “casas dos filhos das putas” (barracos, quartos pequenos y sujos, até mesmo pequenos quintais abarrotados de lixo com tod’os tipos de doença’sociais ou biológicas. Passam aí suas horas, seus dias, sem amor, sem estudo, sem nada...) ”.

_ MINHA MÃE, MEU PAI BRASIL, MEU LAR? _
Os caminhos da morte anunciada...
“PECADOS Y PECADORAS, A MAIS ANTIGA DAS MERCADORIAS”.


São uma, duas, três... 15, 20 meninas y meninos...
Adotadas por velhas cadeiras, latas, latinhas, garrafas vazias y falsas bonequinhas...
Sob o desmando daquela mulher, a mesma de tod’os momentos tristonhos...

Anjos y anjinhos,
diabólicos rejeito’sociais...
Não conhecem o sol, a lua...
Conhecem sim a desgraça y o desvario...
Seriam felizes, tais infelizes?
As infelizes mães...
Felizes objetos do prazer por dinheiro, alheias à felicidade...
Cidade maravilhosa.

São uma, duas, três... 15, 20 meninas y meninos...
Entre ratos, baratas, pulgas, aranhas...
Sorriam, que sorrisos?
Choravam y como...
Alguns ou algumas caladas, calados deitados, deitadas... Desmaiados, desmaiadas?
Em qualquer canto dali por encanto dormiam...
Sonhavam?
Por que sonhariam?
Se o pesadelo daquela vida diária,
São verdadeiras imagens de terror, abandono y morte...

O nome dessa da foto era Marília,
Nunca haverá um Dirceu para ela, mesmo que o falso y repugnante Dirceu da História...

“Mamãe, mamãe eu choro... Imploro por amor, por seu colo, seus beijos...
Já que você mãe vende seu amor por dinheiro...
Aqui sem nada, por nada sobrevivemos,
Apenas nos acompanham os fantasmas,
do abandono, da incerteza y da violência diária...
Porrada, porrada y mais nada, talvez sobre um resto de comida...

Mamã’eu também sorrio, espero y como espero...
Quando virá este dia?
Meu pai? Seria ele meu pai?
Seria esse que por aí dizem?
Um tal Brasil?

Adotadas por velhas cadeiras, latas, latinhas, garrafas vazias y falsas bonequinhas...
Sob o desmando daquela mulher, a mesma de tod’os momentos tristonhos...

Anjos y anjinhos,
diabólicos rejeito’sociais...
São uma, duas, três... 15, 20 meninas y meninos...
Será que ainda serão?

Care to comment?


Friday, 26-Mar-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
_INTIMIDADES COTIDIANAS NOS QUINTOS DO INFERNO_

 
_INTIMIDADES COTIDIANAS NOS QUINTOS DO INFERNO_

Nunc`alguém presenciou ao crepúsculo do próprio desejo, de óculos escuros,
quando seu corpo_Homem_ ejaculava a última gota do_Orvalh`orgasmo_Poente sol que brilhou su`alma cênica, cínica...
"CÔMICO Y BÊBADO"
Suados...
Membros, nervos, fibras, músculos... Cansados adormecem par`a eternidade.
Quem teria sido a derradeira ou derradeiro?
Mário, Maria?

Care to comment?


Sunday, 14-Mar-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
CELESTE OLÍMPICA

 
“SERIAL KILLER”
Uma história heróica de Obdulio. Uruguai 2 x 1 Brasil

“EL POEMA EN LA LÍNEA DIRECTA

YO NO SOY UN GANADOR / YO SOY UN PERDEDOR
MI VIDA NO ES DE VICTORIAS LAS GLORIAS DE OREGÓN
LA HISTORIA NO PERTENECE A LOS VICTORIOSOS
NO INCLUSO A LOS FAMOSOS”

A tragédia brasileira...
Página virada? Não...
A viúva chorosa a se olhar no espelho estilhaçado pela surra...
Um frio na espinha.
Droga...
Tudo rodava, tudo se tornara uma droga...
Algo pesado, alucinante/ macabro...
200000 pessoas no maior estádio do mundo, por instante’se calaram.
O sangue quent’esfriara y a todos a infecção da derrota contaminara...
Dominados pela mágoa...

“NO DEFINA QUIÉN EXPIRA OREGÓN LOSE
QUERIDO EL DESTINO PARA EXPIRAR
EL TIEMPO Y LA VELOCIDAD DEL ÉXITO
PARA PONER EN EL ESPACIO
LA ENFERMEDAD DEL PROGRESO /
DECLARE CULPABLE A UN SOLO CAMPEÓN...
YO IGNORO
YO DEFIENDO”

Não conheciam até então ninguém que tivesse tomado tal porrada...
A vida continuava a pingar o suor frio do plasma verde amarelo...
“O PAÍS DO FUTEBOL CAÍRA, DESABARA, EM PLENO MARACANÃ LOTADO”.
Remorso da falsa vitória comemorada na véspera da verdadeira derrota no dia seguinte...
Tudo se tornou azul celeste...

“RETORNO QUE SALTA EL CERCO /
CON MÍO NINGÚN TERCO / FEO / PÚBLICO Y EPIDEMIA
ALGO MÁS / QUE PARA MATAR UN LEÓN UN DÍA / LA PARANOIA DE POLICÍA ES POLÍTICA
LA FANTASÍA DE ASESINO
SERÍA EL PERRO / EL AMIGO MÁS BUENO DE LOS HOMBRES /
PREGUNTE...
¿Y DE LAS MUJERES?
¿DE NUESTROS NIÑOS?
¿DOS HAMBRIENTO?
¿DEGENÉRESE?
LA ESPERANZA TARDE VENDRÁ...”

Obdulio sumira, bêbado num bar chorava os mortos naquela hecatombe...
“Pobre povo”, pensava...
Para os brasileiro’se fixavam as imagens y legendas dos jornais de segunda feira, as flâmulas y as faixas de campeão abandonadas no lixo acumulado, castigavam olhos y pensamentos...
Triste memória
Soluços y choros...
Gritos...
“Socorro, socorro... Socorro”
Loucos y desesperados...
Agarrados, caídos ao chão envergonhados...
Ninguém, nenhum torcedor mostrava seu rosto...
A sorte debochava... Azar.
Não era o destino for’a garra, não a guerra...

“YO NUNCA GANARÉ ESE JUEGO
POR CONSIGUIENTE YO NOTÉ MI ACTUACIÓN
YO NO VOTÉ PARA NI YO INDIQUÉ QUIÉN QUISO
HABÍA SIEMPRE QUIÉN ME EXPELIÓ
OREGÓN INTENTÓ NO AVERIGUAR
SOBRE LA VIDA...
DE HECHO, YO DESCUBRÍ ESE DESEMPLEADO PARA EL MUNDO NO PASE DE UN VAGABUNDO...”

Barbosa morreu solitário...
No mesmo instante um tiro ecoara, um suicídi’o’um assassinato...
Loucos y literatos pensavam no último desejo...
Fugirem dali rapidamente...
Correrem daquela monumental arena d’esporte, rápido estariam na calçada,...
Os fantasmas gritavam: ”OBDULIO, OBDULIO... OBDULIO”.
Onde estaria Zizinho, Vavá y os outros craques?
Mortos no esquecimento.

“So’um poeta mendigo do futebol a esmolar um bom resultado:-“ um golzinho, por favor...”
Foi então que compreendi, o apito do juiz a muit’o evento encerrara, nada mai’se podia fazer...
Algo bestial y impossível acontecera naquele domingo de julho, 1950...
O Brasil inteiro perdera... Morri’ali uma geração...
Outra nascera...

Care to comment?


Monday, 8-Mar-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Será a política o ânus da sociedade?

 

Até nossos dias o político era um elemento extemporâneo condutor de ideologias, com’o no carnaval, um tempo especial y de transição. Sim o carnaval é o sonho do desejo que explode no cidadão comum, mais precisamente para “o” “a” sambista que desfila por uma escola, aquele cidadão ou cidadã, operário ou “a”, desempregado ou “a”, estudante ou.. Aí não... Só estudante mesmo, separado/ preso o artig’o/”a”, a dona de casa gênero só, é a própria, machista, ou viúva/ liberada... Anarquista/ seja o parceiro... Hetero... Homo. Nesses quatro dias de Momo, período que antecede ao desfile, faz-se de tudo para conseguir ser rei, rainha ou qualquer tipo mitológico ou fantasioso/ “A”. Anonimato, instante projetado para toda sociedade que assiste, ser ou não ser... Fantasias.

A hora do desfile. ESQUECE-SE DA VIDA, DAS TRISTEZAS, DAS DÍVIDAS, DAS PROMESSAS, DOS PACTOS, SÃO OS 80 MINUTOS, QUE OS TIRARÃO DA MERDA DO OSTRACISMO SOCIAL, PARA DESFILAR Y APARECER, EM TODAS A CASAS DO PAÍS Y NO MUNDO GLOBALIZADO. QUE ASSISTE, SOFRE OS DIAS DAS FOLIAS DE MOMO.
O dia seguinte. Cansaço, a boca seca, as pernas doídas, é o fim da fantasia, tudo volta a mesma bosta do cotidiano, trabalho, desemprego e, aí pergunta-se “A política?” Medida provisória
Imagem de quem não é belo
Mas triste gargalhar dos enxovalhos
Paraguaio... Boliviano... Colombiano
Palestino... Nigeriano... Afegão
Meio gente / meio ficção
Coração ardente basco
Ira/ Fatah/ kaeda ...
Farc/ Zapatista
Meio gente / meio ficção
Cubano... LUANDA LINDA...MOÇA/ MOÇAMBIQUE Y GUNÍ
ÁFRICA/ ÁFRICA... FICO AQUI / MORRO AQUI... MORO AQUI
Leque Flamengo/ Barcelona ...
Não acredite
Que sob à lona
Fique o ‘utrora
Circo de Moscou
Onde a “COMPANHIA” falseava
boatos noticiosos alardeando
Que pobres criancinhas eram comidas y devoradas
Em montagens cinematográficas
Holiudianas...
Excluído ...
Nunca me enganei com o sonho americano
Pelo contrário minha nacionalidade é ser um internacional cigano...
(bilhete enviado pelo traficante “Fernandinho Beira Mar, aos traficantes, de Caxias, o herói?Do Brasil)

Care to comment?


Wednesday, 3-Mar-2004 00:00 Email | Share | | Bookmark
Langue y parole

 
in this hot one... burning southeast... do clots of the thought catch a cold with happiness and pleasure... does everything enchant... when do you sing... do I sing... do all sing... the something? Sound... sun... sky / yours mine our blue... streams with stones... crystalline waters... alluvium / waterfalls... affections and ways to love the moonlight... green to the edge sea... we are... who are... of airplane... or to cable.... for devil... who doesn't believe... that exists a man or a woman behind this screen / they are nude are or no... in the north or in the south... we are... of behind for front... from front to rear... we are that and much more if some chance to appear... to perish never

Care to comment?


[<<  <  1  2  3  4  5  [6]  7  8  9  10  11  12  13  14  15  >  >>]    [Archive]

© Pidgin Technologies Ltd. 2008.