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<title><![CDATA[Francisco's FotoPage -  - Fotopages.com]]></title>
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<description><![CDATA[]]></description>
<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 21:55:29 GMT</pubDate>
<lastBuildDate>Sun, 03 Jan 2010 21:55:29 GMT</lastBuildDate>

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<title><![CDATA[]]></title>
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</image>
<item>
<title><![CDATA[Super Homem Vai Ao Supermercado]]></title>
<description><![CDATA[suas intenções’ão marcadas pelo HOMEMDEAÇO
“los votantes son esclavos de los votos”
Gambella não era’li
estava’ milhas dos alimentos &amp; consumistas
a fome imperava naquele IMPÉRIO DOS’ENTIDOS

nIetzche morrer’ assassinado a CRISTO
mundo ocidental socorria suas &amp; seus capitais
o narrador continuava perplexo
de pé na fila esperava esperaria
contava em se’us dedos as 110 maneiras

as 30467 barreiras
aqueles 789263 manuscritos
todos’dilemas da  VIDA
o escritor esquartejava os candidatos
cadáveres de se’us partidos’

uas ideologias’mais exóticas’
maiores minorais &amp; menores maiorias
que d’encontro com imagens &amp; letras
na cabine telefônica entre olhares mudos
não deixa de expor suas simpatias
 
“los votantes son esclavos de los votos”
aversões pessoais sem disfarce
uma prosa sinuosa y densa
 na porta do estabelecimento’
SUPERHOMEM voava
]]></description>
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<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[the trolley and the rails 
the rails and the trolley 
they slip 
they slip 
they slip 
in front of my eyes 
the trolley and the rails 
night & day 
day & night 
they slip 
the trolley and the rails 
urban 




“AZURRACHA” 





Aperto os olhos 
ardidos 
Confusas ilusões de ótica 
perturbam meu sono 
que se‘ntorna pela madrugada insone 
Semitonada pelo 
Choro do menininho neurótico 
carregado de leite pelas tetas maternas 
em seus beiços 
qu’ejaculam uma linguagem tonal 
do inferno 
sem a presença diabólica 
Tampouco concentrada pelas forças caóticas do divino 
de férias no Iraque 
ou 
talvez nas masmorras de Guantanamo 
Maltratado pelos gritos & suspiros 
Anteriores ao último silêncio 
Posteriores a fé y o desespero 
que maltratam os pés descalços 
dos anjos mijados & anônimos 
no canto encantado da esquina 
qu’explodem de vermelho 
ao lado da bruxa de março 
Um ponto a mais no calendário 
Imaginário do tempo 
& 
da ficção literária 
entre o frio verão 
& 
o tórrido inverno 
Finalmente durmo 
sobre o travesseiro amarelo 
com a cara mais deslavada 
pela ironia dos m-eus’onhos eróticos 
Amargo 
Desejos maltratados 
na doçura’lheia 
que 
Salgo 
& 
Tempero 
o destino incerto 
Certo 
Parto 
quando movo a espadela 
y 
a barca navega pela correnteza 
na surpresa diária 
dos ventos vis 
no RIO DOURO 
desTa PORTUGÁLIA 
do m-eu texto 
CÍNICO 
]]></description>
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<pubDate>Sat, 02 Dec 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[secretos anéis 


(i) 
Eram 21 andares, vistos por 2 olhos verdes & brilhantes. 



Quem poderia supor que saíssem dos míopes olhos meus 
1 olhar vertical? 
A vertigem ‘inha companheira de infância impedia, 
Enganava-me a ótica, talvez fosse algo de 1 Babel experimentalista, 
Ou até 1 personagem fugidio de seus contos de Odessa. 
Alguém acenava de uma das janelas com a luz de 1 espelho – 
Quem seria? 
Quem poderia querer identificar-se daquela maneira? 
Poderia ser 1’a criança identificada à’quela imagem espelhada em sua imaginária mente, 
A memória recorria novamente ao’nírico, o sonho continuara. 


mesmo comigo caído da cama. 

(ii) 
a mulher de minalma, 



Arrastei-a pelos meus desejos de fome y de sexo - Beijei-a no pescoço, a carótida. 
Despi minha moral minha ética - Estilhaçava-me as diferenças. 
Aqui y agora era Regina, 1’a rainha, em cuja ‘vagina vermelha moraria 
A partir de’ntão - Nunca, 
Não sou o tratante vampiro das almas, 
Apenas com fome eu não foderia - estava fudido, 
Mortalmente, a fantasia’cabara, 
Era dia. 



“Sus Ojos son otros Ellos son no mine sus Ojos, 
Los Ojos Crueles, 
Otras Ópticas Otras Vidas 
... La colina del adiós 
El amor del amor”. 

(iii) 
'Dangerous beauty' 
Infamy 




Haveria’lgo de grave‘minha voz 
1 pré-sentimento de medo, 
Isto me dava coragem de gritar, 
Mas não gritava – gania’nimalescamente 
... Ia perder os’entidos y a compostura, 
Tudo por causa da farsa dos diamantes eternos. 

(iv) 
AFLORR... 


"... la luz del sol atrae el cielo un objeto ningún identificó 
dos corazones apasionados... 
o distanció 
me gusta usted así... 
libre / la luz... suelta... 
absoluto / totalmente para ser 
¿bien él me quiere mal él me quiere... 
mal él me quiere... 
FLORBELA ESPANCA" 

(v) 
“en el susto suave del idioma al tejado de la boca” 



primeira’sensações de amor 
amora branca 
amora-brava 
amora-da-mata 
amoralidade' 
amor-agarradinho 
hamor 
segundas 
intenções 
beijocar 
beijão-cru 
beijo-de-sinhá 
beijo-de-rainha 
beijo-do-mato 
beyjo 

..... 
..... 
..... 
..... 
..... 

os finalmentes 

(vi) 
“P R A Z E R E S” 





fixados à Paisagem Física 
- Florestas Montanhas ao lado de khristós 
próximos às Trincheiras do Perigo 
crianças Brincam no Rio de Santa Teresa 

(vii) 
Secrets secrets 



há que servir nossos corpos 
em cópulas orgias 
baixarias em noites 
de baixelas em prata 
Minerais de cristaleiras 
Segredos secretos 
de cama y mesa 
insensatez dos insensatos 
amantes cabeleiras 
dantes 
destas & outras 
maneiras 
sem paúra 
com batuques 
truques 
de meia tigela 
aparvado 
aspacaçado 
no osso da alma 
a capa da caveira 

(viii) 
(memories of an overdose, of the English patient). 




ar 
mais oxigênio 
y vida 
para 
que 
se viva 
o resto tudo 
é az’ar(transparece) 



the injustice 
is better 

(x) 
Isso basta pra’mim. 



Sólido solitário do solvente habitante de uma quitinete, na Barata Ribeiro. 
Que deita com travesseiros entre as coxas, no velho sumiê estampado da sala. 
O cigarro (poderia ser qualquer tipo de fumo) aceso a queimar meus dedos, 
Já não fumo, nem bebo do copo de rum abandonado no chão. 
O livro fechado se isola num canto com seus personagens dopados. 
Servente aos magos urbanos, 
apenas ali, 
e-u & João 
que canta pra mim 
Insensatez. 
Na selva de nãos néons y freadas. 
Tiros? 
Nem durmo, 
surdo que fico com loucasirenes, 
Sonho acordado a lh’esperar aqui no 27 º andar. 
Você voa, 


Isso basta pra’mim. 

=================== 





(das trevas 

O CHARME 
De Piauí & suas 4 vogais TROPICAOS 
Entre as páginas do livro de OURO 
Da festa de aniVERSÁRIO) 
]]></description>
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<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[Burlário de nós. AR’AREFEITO’ 

Falar 
Falaraz 
Falario 
Falastrão 
Falatório 
Falaz 
Falante 

galante perante à galega 
Não nega o prato feito sobre a cama 
deixa toda virgem impura 
batizada feita cachaça barata 
sem essa’ranha 
nem tanto nem tampouco 
minha RAINHA 
me-u mel se-u vinho tinto 
macula à parede 
o quadro do Rei 
Roberto que quando canta 
me-u pau levanta & chora’ 
saudades nossas 
nesses tempos de trampos 
nós vagueamos aos beijos 
com as portas abertas 
ao escancaro 
encaramos 
o vento & 
a polícia 
antes que o dia acabe em PIZZA. 

( o demônio, PIERROT das 11 horas, 
veste preto & morde as carótidas solitárias. 
de quando em vez, escatológico, 
margeia & esperneia nas coxas’eu esperma: 
-“Pra que deus garanta o pecado, 
que se origina na desordem, 
& pronto, o farto amor se inicia”.) 
]]></description>
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<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[## APARTAÇÃO - A visibilidade branca & racista ##]]></title>
<description><![CDATA[
RIO DE JANEIRO-SÉCULO 21 


“... dentre as lamúrias alvos parias RIOS DE SANGUE (RIAM) rias se a dor for fria & calculista 
listadas & postadas dadas aos semeadores da dor na COR HUMANA 
fascinação do som da arte 
COMBATENTE morto~CAMBALEANTE vivo...” 

Quê seria o fantástico na literatura? 
Situações de ambigüidade nos deixam perguntas: 
“Realidade ou Sonho? Verdade ou ilusão?” 
Qualquer acontecimento que fuja às leis desse mundo? 
O fantástico ocorrerá nesta incerteza - A hesitação às leis naturais. 

“... Nós o matamos -- vocês e eu. Todos somos assassinos... Deus está morto. Deus continua morto. E nós o matamos..." 
(Friedrich Nietzche, Gaia Ciência (1882) ). 


y 

A rosa roxa sobe ente o cume do ventre frenético, 
A pedir que a beije”. 






(...) 

$$$$$$Wrapped in the sativa##### 


investigai nesse se-u grito: 
- “ai” 
(da dor, o aban-dono?) 
o desafogo que arde’m chamas 
neste cômodo desfigurado 
aos olhos do rosto oculto do filósofo 
que por entre dúvidas 
supunha que o cadáver fedia a gente 
morta.(ontem) 
porém 
o poeta mentia 
por condolências que deveras sentia 
ao vivo amor pela fantasia.(agonia) 

(...) 

ROSTOS DE VIDRO 
“pinups & pickups” 




”Salgada rainha atributo do rei, 
O dote, decote da corte. 
A vinha papal – Ana Bolena. 
Barcelona - Louça chinesa. 
Louca princesa & o plebe-u doidivanas, 
Rumo às Américas”. 

(...) 

I don’t think about art when i’m working. 
I try to think about life. 
(Jean-Michel Basquiat) 

27 anos pela eternidade 
(Brooklyn Beats) 

*PORTO RICO* 

“... descalço 
os calços da cultura oficial 
caminho nas calçadas 
descalço 
nesse cansaço do pudor de vitrines 
y riquezas fúteis (inúteis paisagens) 
quico & rabisco SAMO 
dentro do Brooklyn 
novaiorquino...” 


Haiti Haiti Haiti 
Príncipe no porto 
Revolto 
Por anjos negros 
Heróicos 
Y mortos 
Nesta heroínica over 
Dose dos loucos fantásticos 


(...) 

»»»»»»»»»»»“Eleanor Rugby”««««««««««« 


os indivíduos & se-us 
p- 
e- 
d- 
a- 
cinhos 
em 
p- 
e- 
d- 
aços de gente 
deformadas pelo pertinente simulacro 
fracasso das alegorias descontentes 
o chor’o 
ritual 
riso do coro dos contentes 

(...) 

"in my fingers...” 

Pendulava 
A oscilar permanente por toda a eternidade 
Em simetria aos’eus beijos doidivanas & sublunares 
Sitiado sobre o corpo nu 
D’uma celeste olímpica 
Em pleno CENTENÁRIO 
De Obdúlio 
Jamais’eria Cisplatina 
A paixão louca por ti ARGENTINA 
Profundamente secreta, misteriosa & enigmática 
BRASILHA 
Em seu eixo monumental - o fantástico rabisco 
Da NAVELOCA 
Com cara transfigurada de ANJO 

(...) 

(por onde andaria su’alma gêmea?) 


Saber que naquele círculo fantástico 
O PICADEIRO 
Entre o menino & a TIGRESA 
o garoto pensava com se-us botões 
sobre a dor de ser tão só 
em tod’as caras de tod’os tipos 
Naquele espaço cênico conviviam as magias do espetáculo 
a ‘legria da platéia & a pálida fantasia do’se-us artistas]]></description>
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O supersticioso é a atração do azar]]></title>
<description><![CDATA[“... " JERERÊ" OF THE SWAMP 

... Crazy. I hear the hoarse voice of the river Black, as the sky nocturne of the field. I sing and sigh, which screeching of the bed. I do of her soul, my lady... My insolent teeth they bite their lips smoothly, leaned mine our ruts... Wrapped in the sativa. Lying in their thighs, I end blind, if I blind doesn`t go and his bath womb of love... (a lunatic night of overpowering passion, in the city of healthy José from Rio Preto)”. 

investigai nesse se-u grito: 
- “ai” 
(da dor, o aban-dono?) 
o desafogo que arde’m chamas 
neste cômodo desfigurado 
aos olhos do rosto oculto do filósofo 
que por entre dúvidas 
supunha que o cadáver fedia a gente 
morta.(ontem) 
porém 
o poeta mentia 
por condolências que deveras sentia 
ao vivo amor pela fantasia.(agonia) 
portanto 
assim 
passou a ser entendido(estendido) 
aquele corpo 
ali 
sinistro 
agora 
humano 
fragmentado em várias partes 
preparado para 1 banquete antropofágico 
somente para nós 
os que sentissem o bodum humano 
após perscrutar o fato 
na ânsia de melhor conhecer a alma 
dos homens 


”... Hay todavía cronometre en este invierno, 
En estos días fríos de los trópicos, 
El descanso de un secreto infame y vil, 
Cierre del miedo de ningún más que nosotros existimos”. 
]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Jul 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[¡Diminuto! Grandioso... 

Yo extraño, sou estrangeiro de seu mundo, intenso complemento... 
¡Yo intenté hablar con usted, pero yo no obtuve el éxito en ninguno de las veces! Cada qual dialoga, com seu ego. Se tento... Me entrego, não negue que tento... 
Había uno colectivo a la prensa en las facturas nacionales en la semana pasada el mío ¡trabaje! Ainda bem que não sou notícia, sou sentimento pleno do abstrato etéreo do universo doseus versos, de sualegria y alergia ao sofrimento. 
¡Mi pseudo-jefe es maestro de su universidad! 
¡Yo recordé tanto de usted, cada gesto de ese hombre me envió a usted!Eu, aqui, agora, presente... Ele ou ela, lá, então, pretérito imperfeito, mais que perfeito, futuro de um não sei onde... De olhos úmidos, Íris, banha-se, nocular colo materno. Visão ampliada, amplificada a voz de tão lindo ser ou não ser, Rome`u y J`ulieta... Pensão ou morada do amor... 
Muchos tiempos, durante el almuerzo, yo cogí mirándome al algo que piensa sobre usted, 
¡en sus estudios, en sus acciones, su trabajo, sus estudios, todo!Mãos elásticas, lábios do sabor, opção, posso escolher... Línguas y linguagens, palato... Oclusivas... Fricativas/ Alveolares... Rotacismo,e, os ismos do passado, silogismos do presente. Amando a quem amar... Você, estando aqui, aí, em qualquer mesa de almoçar y jantar, comes quem vê/ como`eu y usted... 
Los besos, obesos nossos beijos, gordos, "Budas do prazer"...TE AMO... 
DA SELVA, DA SILVA, CHAVES DE KDEIA...CHIIIIIII... 
1’a voz soturna berra 

"Sou e-u o se-u tesão que lhe espio". 

(tiana & quito)
]]></description>
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<pubDate>Mon, 15 May 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[Liberdade d’expressão, Nem tod’arte é o “DU’ARTE”. 
Nem todo “Crítico é um Clítico...” 

//. O PING & O PONG .\"\" 


Nem só De Tiros & Guerras Aqui se Vive 
“Brincam-se” 
Se brincar possa ser isso, 
Uma Diversão, Uma Paz _ Repentina _ PING //.


Pobreza, Porque ser Pobre não é Destino, 
É Conseqüência Exclusão & Injustiça. 
Fino trato _ “amizade & sorrisos” _ 
Quica a Bolinha sobre _ A Mesa _ PONG .\"\" 


Antiga murada da “Obra Burguesa”, 
Foi pro _ Lixo _ 
_ Agora Luxo _ Sobre _ Caixas de Refrigerantes Vazias _ PING //.

As Raquetes Re-c-o-r-t-a-d-a-s de Compensados, 
A Rede # Um Pesado Pedaço d’ Antiga Porteira. 
* O Ping //. # .\"\" O Pong * 


Se brincar pode ser isso, 
Quicar a bolinha sobre a mesa, 
Agora é “luxo” sobre as “caixas de refrigerantes vazias” _ PING //. 


Fino trato _ “amizade & sorrisos” _ 
Pobreza, porque ser pobre não é destino, 
É conseqüência da “exclusão & injustiça”. 
Nem só de “tiros & guerras”, vivem-se ali. PONG .\"\"

Brincam-se n’Antiga murada da obra burguesa, 
Suas diversões >< Sua paz repentista. 
* O Pong .\"\"#//. O Ping *
]]></description>
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<pubDate>Sun, 07 May 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<description><![CDATA[BOMBATOMIZADA’PALAVRANIQUILADA
imagem imagem imagem imagem imagem

Ano sim, ano também... 
http://www.es.amnesty.org/

“los trajes de antropofagia de las expresiones 
la magia nostálgica sufrida la digestión por los huesos del obispo 
la marcada nostalgia apelando - las astillas de aceros & alumínio”

foi no acaso desse dia
cedo
que o medo surgiiiillllllllllll...
longe y úmido
de bem distante
vinha
bêbado de vinho
junto trazia
uns goles de angústia chorosa
sua companheira ou companhia
tanto fazia & fez
naquela rua vazia
ali
onde se vendia’alma
abandonada assombrada
em cada esquina
daquele texto
em richa constante com seu contexto
ex amante
poetar como pelo ar rarefeito
versar
respirar
pelos espaços sem traços rabiscos riscos
iscas do perigoso
y íssimo xurume
objeto velho ordinário de pouco valor y sem utilidade
corpos copos latas motores
rabos – de peixes & cadilacs – 
eufemismos
dianho (por 'diabo' - palavra que o povo procura evitar)
caramba (por 'caralho'- por tabuísmo) etc.
feminismos
ismos & sismos
abalos y tremores
cisma
dissidência de opiniões – desacordo
há’inda velhos machismos
apodrecidos nos lixos
autoritári’os

otários y manés, sois?

VENDE SE
COMPRA SE

mesmo que ainda com fome não tenha comido. 
Gozo nas provas do crime, 
Sonâmbulo, Incômodo & Falante Berro pra Macunaíma, 
do Mário, a tal estrela, a Ursa

o prejuízo com juros
& juras desse pessoalpodre - de ric’os
tementes ao divino
cantores do hino dos contentes
nas entrelinhas
PRUDENTES & MORAES
calhas y carcaças
compra se & vende se
o braziiiillllllllllll...

ou não -
rouba se



ACESSEM! 
http://www.circovoador.com.br 
http://manunegra.buzznet.com/user/ 
http://www.flickr.com/photos/27894199@N00/4686677/ 
COMENTEM AQUI, sem distinção do tipo de flog ou de discursos (Quantas linhas quiserem.) 
http://www.quicktopic.com/23/H/arpGw26iy8k]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://linguagem.fotopages.com/?entry=656570</guid>
<pubDate>Sun, 25 Dec 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[obscuro]]></title>
<description><![CDATA[BAGANA
“esp+elho”
imagens do simulacro


“…un jour 
là je suis arrivé 
j'ai trouvé un miroir 
j'ai regardé 
et j'ai vu une image 
qu'aucune mine 
qui serait?”

loucos literat’os
poetas & cognat’os
escritores
artistas
alguns doutores
incluíd’os exclus'os
míser’os analfabetos
y
famintos
tramitavam na vida insana
da ilha
profana & bel’a
terra desconhecid'a
lendári’a
circular
estórias & histórias
boatos – causos & caus’as 
bocas bucetas & boçais loroteir’os
pênis de tod’ os tamanhos y potênci’as
mãos bobas & inocent’es
tranhas y entranh’as
gentes & dentadur’as
paisagens postiç’as
montanh’as cachoeiras’
cascatas & cascateir’os 
riachos y o m’ar
nas cabeceiras de corais
casas ladeiras - lares 
olhares pelas janel’as
lágrimas & sorris’os
gemidos lascivos
gentes a pisarem
por onde caminharam solenes
sobre lendas urbanas
os calços & calcanhares
a dor do inventário da vida
maculada pela força daquelas botas de ferro
amantes & atuantes
do desterr’o
inverno ali 
não seria gelado
as almas já eram
naqueles dias no infern’o 
paraíso dos deuses & demôni’os
intercâmbios de angústias
destemperos dos desajustes
brindado aos que partiam vivos
no cais de Madagascar
pelas risadas das loucas que gargalham
os loucos
que olham
os sãos santos & quimbaus
que prendem arrebentam
&
tornam-se imaculados
pelas virgens que não madalenas
a chorarem
quiçá por eunucos etíopes
madeix’as queix’as gueixas
no furor daqueles prostíbul’os
portais das orgi’as
mulheres & homens
de variedades
ejaculam seus espermas
em nádegas & vaginas
a’bocanharem suas pres’as
outras vaginas & os falus
em interessantes estados
ainda que alguns desistissem
babavam resignados 
em suas próprias cam’as
damas de barb’as
imberbes
outras & outros
pernoitam solitários
y solitárias
até que a blindagem da força dos coronéis
com seus fiéis’eguidores
os matem
na forca
ex’posta
nas portas das igrejas
em nome da vingança’
o pecado d’arte
y do desejo
dantes dos versos
y cantos
morriam pelos cantos
enquadrad’os
quadros macabr’os
cunhados em relevo
pintados com seu’sangues 
nos murais de Parisi
em chamas

ACESSEM! 
http://www.circovoador.com.br 
http://manunegra.buzznet.com/user/ 
http://www.flickr.com/photos/27894199@N00/4686677/ 
COMENTEM AQUI, sem distinção do tipo de flog ou de discursos (Quantas linhas quiserem.) 
http://www.quicktopic.com/23/H/arpGw26iy8k
]]></description>
<guid isPermaLink="true">http://linguagem.fotopages.com/?entry=628230</guid>
<pubDate>Sat, 26 Nov 2005 00:00:00 GMT</pubDate>
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